O céu de Paris não tem estrelas...
... são desnecessárias...
(Tania C. Toffoli)
-----------
Continuando...
Depois de algum bom tempo, que não me lembro quanto exatamente. Encontrei a Carol Legal.
Tudo bem, já sabemos que o aeroporto é enorme, tal, mas meu humilde cérebro latino americano dermorou pra entender os códigos de sinalização e orientação.
Definitivamente, eu não entendo os sinais.
Uma placa com uma seta indicando pra baixo, não significa que você tenha que descer... e sim que você está no local... enfim. Descodificada tal mensagem, consegui finalmente achei a Carol, ou melhor, ela me achou.
Agora sim é que eu quero ver... Vamos com as (minhas) malas pesadas, procurar um posto de informações... sabíamos que não seria nada fácil, e de fato, não foi.
O meu francês, já citado anteriormente, não serviu pra porcaria nenhuma. Se eu não havia conseguido jogar "Quem quer ser um milionário", quem diria entender as informações que as pessoas nada trés simpatique iriam nos explicar em vão.
Enfim, depois de comprar bilhetes errados, de passar pelo metrô confusérrimo de tal cidade, conseguimos chegar ao albergue antes da nossa meta. Estabelecemos que chegaríamos às 17h. Chegamos às 15h.
Albergue: um quarto apertado com 3 camas de armar, sendo que nossa companheira de quarto era uma Ching Ling, com unhas coloridas e dormia com uma máscara de gatinho. Banheiro: cabines para banho, nas quais era preciso "dar corda" pra continuar caindo água. Imagine uma torneira, dessas automáticas, que a água para sozinha, gigante. Isso era o chuveiro. O mofo no teto fazia parte da decoração e dessa forma ficou muito mais fácil de encarar, rss.
O café da manhã era até que razoável... O mais legal foi comer pão francês na França, rssss.
Voltando ao foco. Depois de um merecido banho, lá vamos nós desbravar Paris.
Se eu ficar aqui contando todos os detalhes, não acabo nunca.
Impossível descrever toda a beleza, surpresa, grandeza e etc das coisas. Mesmo porque, sou incapaz de definir em palavras tudo o que senti diante de tudo o que eu tinha visto em filmes, em sonhos que seja, mas estava ao vivo na frente delas.
Campos Elíseos, Arco do Triunfo, Rio Sena, Museu D'Orsay, Notre Dame, Sacre Coeur, Moulin Rouge, bairro do filme Amelie Poulin... Tudo perfeito...
O Museu do Louvre... a frustração. 2h30 de fila de espera. Não tínhamos esse tempo pra perder. Tiramos algumas fotos por fora, mas ficamos bestificadas do mesmo jeito.
Comemos croissants, crepes (com direito a usufruir de toda a xenofobia francesa e sermos expulsas do local), Mc Donalds, chocolates diferentes, sorvetes coloridos, balinhas de gelatina e muita água, uma pior do que a outra, rsss.
Destaque: Torre Eifel, óbvio. Logo no primeiro dia, deitadas no parque em frente à ela, a filha da mãe começa a piscar.... claro que não dá pra falar o que foi....não consigo. No dia seguinte, subimos, vimos a cidade inteira... perfeita.
Resumindo muito, isso foi Paris... linda. Voltarei lá, espero que muito em breve e com tempo para disfrutar tudo que a cidade luz oferece, sem pressa.
Só pra terminar, no dia da volta, nos perdemos no super confuso metrô e quase perco meu vôo pra Barcelona.... Consegui chegar 25 minutos antes!
Barcelona??? Só no próximo!
... são desnecessárias...
(Tania C. Toffoli)
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Continuando...
Depois de algum bom tempo, que não me lembro quanto exatamente. Encontrei a Carol Legal.
Tudo bem, já sabemos que o aeroporto é enorme, tal, mas meu humilde cérebro latino americano dermorou pra entender os códigos de sinalização e orientação.
Definitivamente, eu não entendo os sinais.
Uma placa com uma seta indicando pra baixo, não significa que você tenha que descer... e sim que você está no local... enfim. Descodificada tal mensagem, consegui finalmente achei a Carol, ou melhor, ela me achou.
Agora sim é que eu quero ver... Vamos com as (minhas) malas pesadas, procurar um posto de informações... sabíamos que não seria nada fácil, e de fato, não foi.
O meu francês, já citado anteriormente, não serviu pra porcaria nenhuma. Se eu não havia conseguido jogar "Quem quer ser um milionário", quem diria entender as informações que as pessoas nada trés simpatique iriam nos explicar em vão.
Enfim, depois de comprar bilhetes errados, de passar pelo metrô confusérrimo de tal cidade, conseguimos chegar ao albergue antes da nossa meta. Estabelecemos que chegaríamos às 17h. Chegamos às 15h.
Albergue: um quarto apertado com 3 camas de armar, sendo que nossa companheira de quarto era uma Ching Ling, com unhas coloridas e dormia com uma máscara de gatinho. Banheiro: cabines para banho, nas quais era preciso "dar corda" pra continuar caindo água. Imagine uma torneira, dessas automáticas, que a água para sozinha, gigante. Isso era o chuveiro. O mofo no teto fazia parte da decoração e dessa forma ficou muito mais fácil de encarar, rss.
O café da manhã era até que razoável... O mais legal foi comer pão francês na França, rssss.
Voltando ao foco. Depois de um merecido banho, lá vamos nós desbravar Paris.
Se eu ficar aqui contando todos os detalhes, não acabo nunca.
Impossível descrever toda a beleza, surpresa, grandeza e etc das coisas. Mesmo porque, sou incapaz de definir em palavras tudo o que senti diante de tudo o que eu tinha visto em filmes, em sonhos que seja, mas estava ao vivo na frente delas.
Campos Elíseos, Arco do Triunfo, Rio Sena, Museu D'Orsay, Notre Dame, Sacre Coeur, Moulin Rouge, bairro do filme Amelie Poulin... Tudo perfeito...
O Museu do Louvre... a frustração. 2h30 de fila de espera. Não tínhamos esse tempo pra perder. Tiramos algumas fotos por fora, mas ficamos bestificadas do mesmo jeito.
Comemos croissants, crepes (com direito a usufruir de toda a xenofobia francesa e sermos expulsas do local), Mc Donalds, chocolates diferentes, sorvetes coloridos, balinhas de gelatina e muita água, uma pior do que a outra, rsss.
Destaque: Torre Eifel, óbvio. Logo no primeiro dia, deitadas no parque em frente à ela, a filha da mãe começa a piscar.... claro que não dá pra falar o que foi....não consigo. No dia seguinte, subimos, vimos a cidade inteira... perfeita.
Resumindo muito, isso foi Paris... linda. Voltarei lá, espero que muito em breve e com tempo para disfrutar tudo que a cidade luz oferece, sem pressa.
Só pra terminar, no dia da volta, nos perdemos no super confuso metrô e quase perco meu vôo pra Barcelona.... Consegui chegar 25 minutos antes!
Barcelona??? Só no próximo!
Mais, mais, mais!
ResponderExcluirObs: Ainda descubro porque as pessoas, ainda que francesas, tomam água salgada.
Obs II: Papai do céu, obrigada, muito obrigada por não ter permitido que a Taninha dirigisse em Paris. Se as placas do aeroporto causaram o que causaram... Amém.
hahaha otimo o comentario da Ju,
ResponderExcluirmas eu preciso dizer aqui tbm que foi inenarravel estar naquela cidade e melhor ainda foi ter a sua companhia num momento tao importante e unico pra nos!!
Hummmm
ResponderExcluirOnde está Barcelona?
Volta a escrever aqui,please?!?
Te amo e morrendo de saudades.
ahhhhhhhhhhhhh kd a c ontinuidade desta historia??? Ja estava plagiando tudo para escrever um livro < No Flash de PAris e Espanha> hahahahah
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